Reins
Novembro 5, 2009
Olá ghost readers! Passando rapida e clandestinamente apenas para deixar mais um esboço de poema(?) que me surgiu após determinadas situações. Pode parecer sem sentido e/ou simples demais (embora de fato o seja), mas, acreditem, tem um fundo de reflexão. Um ótimo resto/fim de semana a todos!
Dear ghost readers, I’m glad to know that I’ve had some ghosts from different places reading my humble (and scarce) stuff. That’s why I decided to make an effort in order to have kind of an English version of the blog – though I’m afraid I’ll not be able to translate the short stories, etc., due first to a lack of time, and also to a lack of ability. But I’ll try, I promise.
The following poem (or something like) is simple, as usual, but it’s just a result of a concern about… well, whatever. Don’t try to understand it – I myself haven’t been able to do so. Enjoy! Nice weekend!
Reins
Reins are being
tightly kept
on the horses’ heads
Enslave their thoughts
Hold their mouths
In your hands.
Dream
Setembro 28, 2009
Olá ghost readers, segue um post a não ser lido (e estou certo de que não precisarei me preocupar muito com isso, visto que o blog se encontra ‘às moscas’ já há algum tempo). O singelo projeto de poema a seguir trata, apenas, da vida, da tão simples e tão complexa vida. Uma boa semana a todos.
Dream
Don’t dream
For if you dream
You’re gonna scream
You’re gonna cry
You’ll see it die
Dream
Keep it
Don’t dream
We’re not supposed to
It’s just water spilled
‘Cause dreams are made to kill
You
Dream
Dreaming
Don’t dream
‘Cause dreams are made to be broken,
Forgotten, forsaken,
Torn apart
Dreams are lies
Dream
‘Till the end. (…
Incessante giro
Abril 14, 2009
Olá! Após séculos, milênios de ausência, hoje, 14 de abril de 2009, este humilde ghost writer retorna a este humilde ghost blog, atendendo aos inúmeros pedidos dos humildes ghost readers.
Posto hoje um poema que surgiu de uma “brincadeira”, num desses dias quase banais, não fosse pelo local onde me encontrava, pela companhia e pelo fato de ser férias. Apesar da origem, acabei achando-o simpático, e um tanto mais reflexivo do que eu de fato achava que ficaria antes de tê-lo escrito. Entretanto, não deixa de ser uma ‘brincadeirinha de roda’ com a composição – mas uma brincadeirinha educativa produtiva. Uma ótima semana a todos!
Incessante giro
O planeta gira, gira sem parar
Gira, gira, planetinha
Caminha
No sistema solar.
Um metoro aqui, um lá
Na galáxia vizinha
Coitadinha
Um negrume a avançar.
Quer parar, sim, quer parar
De girar o planetinha
Palhinha
Do que está pra chegar.
Mas não há de se apagar
O brilho da estrelinha
Sozinha
O planeta a iluminar.
Gira, gira planetinha
Gira agora sem parar
Ao redor da estrelinha
Que pra sempre irá brilhar.
Pois já sabe ele que mesmo em meio à chuva de meteoros ou na escuridão mais profunda, resplandecerá a luz e se espalhará o calor da estrela que o motiva a girar, girar, girar…
Vida, morte, poesia e afins
Maio 25, 2008
Olá a todos! Para essa semana, um (outro) poema de meu amigo Pedro, tratando de um assunto que, posso dizer, muito me chama a atenção (talvez um dos meus ‘favoritos’ para escrever sobre). Na correria, mas já não tanto, sigo postando pouco, mas os ghost readers fiéis podem ter a certeza de que este blog não irá parar (de vez), não enquanto houver vida. E com vocês, “V-I-D-a”. Abraços!
V-I-D-a
Vida vivida vencida
Várias videiras varridas
Véus, vinhos, vizinhas
Vozes, valores, vigília
Ímpeto, ímpio,impulso
Indivíduo inquieto indouto
Infalível infame indulto
Impacto ímpar imposto
Deletério deleite devasso
Derrocado depravado derrotado
Dádivas dos degenerados ditos
Desfazendo dignidade de delitos
ardil anjo altivo
antegozo airado adúltero
absorto, acólito à alma
amante ávido até a
MORTE…
Fim
Pedro Henrique do Amaral
Um anjinho em meus braços
Abril 18, 2008
Olá! Estamos às vésperas de Pessach (a Páscoa judaica), e é sempre um momento para reflexão. Não, não vou postar uma reflexão aqui – costumo fugir dos temas esperados. Na verdade, procuro abordá-los de uma maneira diferente. E embora eu fuja dos temas esperados e às vezes mais “comentados”, às vezes brota naturalmente algo sobre eles. Do nada, na noite de ontem, refletindo sobre fatos recentemente ocorridos, brotou um poema, embalado por uma melodia triste, mas ao mesmo tempo inspiradora e portadora de esperança. Pessach. A liberdade. O anjinho. Chag Sameach.
Um anjinho em meus braços
Venha, meu anjinho
Eu a amparo
Protejo
Tomo em meus braços
Não deixo que caia
E abraço
Meu anjinho
Que não tem asas
Para voar
Venha, meu anjinho
Eu a seguro
Não tocará o chão
Mas voará comigo
Para um lugar seguro
Ouvirei o som
Das suas gargalhadas
Meu anjinho
Porque para sempre e sempre
Será feliz
Como sempre foi
As lágrimas que hoje
Molham o rosto
Num lamento triste
Se tornarão
Em lágrimas de riso
Meu anjinho…
Ah, meu anjinho…
Se ao menos
Eu estivesse lá…
Vida perdida
Março 16, 2008
Olá! Para essa semana, trago um novo poema, que eu já havia lido há algum tempo, do meu amigo Pedro Amaral. É bastante claro, levando em conta o significado das palavras, mas não menos reflexivo. Read and enjoy! Abraços e boa semana!
Vida perdida
Um velho sábio dizia
De mortes em vidas queridas
Não temes futuras partidas
De uma vida perdida
Que já se desfizera
Muitos planos frustrados
De tantas almas errantes
Que aparentam seres contentes
Mas são todos desprezados
Com muitos falsos olhares
De prazer, glória e riqueza
Mas quem tem toda a certeza
Ou tudo irá pelos ares…
Muitos são os planos dos homens
Mas o homem se faz divino
Por tentar controlar o destino
Que D’us não lhe dedicara
Uma nova vida começa
Enquanto outra termina
Sem ser vida perdida
O futuro não é ameaça
Para quem tem vida eterna
Onde estão os atos?
Fevereiro 11, 2008
Olá a todos! Finalmente, após um longo (e ponham longo nisso) sem postar aqui, por vários motivos particulares, estou de volta. Dessa vez, não com um texto meu, mas com um excelente poema do meu amigo e ach, músico e também poeta
Pedro Henrique do Amaral. Leiam com atenção e entendam. Abraços a todos!
Onde estão os atos?
O destino de muitos, quem?
Quase sempre pessoas, fantasias?
Sombras, mitos, carne, eu?
Sem espírito, mas divino, como?
Certeza, não; mas sim perguntas,
Sem resposta, sim; Sombras ao meu lado.
Caminhos sem final, trilhas aterradas,
A verdade, escura e fria; aroma de piedade.
Fortes mãos, corpos fracos.
Somente energia; Matéria sombria.
Árvores velhas sobre a terra, frias
Verdade, ou não quase a verdade, enigmas.
Eu, alma, espírito divino;
Consolo do alto, amigo oportuno
Resgate, com morte, mas sempre a vida…
Pensamentos complicados… de uma alma aflita,
Mas agora,
Onde estão os Atos?
Pedro Henrique do Amaral
Exclusivismo
Novembro 19, 2007
Olá a todos! Essa semana (ainda sem tempo!) vou postar apenas um poeminha rápido e direto (mas nem tanto!). Um abraço e boa semana!
Exclusivismo
Exclusão:
Excluir
Excluível;
Excluído.
Exclusividade
Exclusivamente
Exclusiva.
Não entre:
Só para excludentes.
Mundo
Outubro 16, 2007
Olá! Para essa semana, apenas um poeminha ‘mais ou menos’, pra refletir! Um abraço!
Mundo
Mundo,
Meu mundo.
Cheio
E vazio;
Claro
E tão escuro;
Musical
E silencioso;
Perfumado
E inodoro;
Saboroso
E sem gosto.
Tanta gente
E ninguém.
Muitos
Poucos
Nenhum.
Vida – Life – Lebn
Agosto 11, 2007
Este poeminha saiu de uma “brincadeira” de sala de aula; mas no fim das contas, até que acabou se tornando uma conversa interessante com Stefan Suhlke (escritor alemão). Boa semana a todos!
Vida
Comer, beber, dormir.
Um pouco de amor;
Um pouco de dor;
Um pouco de sorte.
Nada especial.
(Stefan Suhlke)
Life
Remember, think, plan.
50% past;
50% future;
0% present.
And nothing happens.
Traduzindo: Vida
Lembrar, pensar, planejar.
50% passado;
50% futuro;
0% presente.
E nada acontece.