Incessante giro

Abril 14, 2009

Olá! Após séculos, milênios de ausência, hoje, 14 de abril de 2009, este humilde ghost writer retorna a este humilde ghost blog, atendendo aos inúmeros pedidos dos humildes ghost readers.

Posto hoje um poema que surgiu de uma “brincadeira”, num desses dias quase banais, não fosse pelo local onde me encontrava, pela companhia e pelo fato de ser férias. Apesar da origem, acabei achando-o simpático, e um tanto mais reflexivo do que eu de fato achava que ficaria antes de tê-lo escrito. Entretanto, não deixa de ser uma ‘brincadeirinha de roda’ com a composição – mas uma brincadeirinha educativa produtiva. Uma ótima semana a todos!

Incessante giro


O planeta gira, gira sem parar

Gira, gira, planetinha

Caminha

No sistema solar.

Um metoro aqui, um lá

Na galáxia vizinha

Coitadinha

Um negrume a avançar.

Quer parar, sim, quer parar

De girar o planetinha

Palhinha

Do que está pra chegar.

Mas não há de se apagar

O brilho da estrelinha

Sozinha

O planeta a iluminar.

Gira, gira planetinha

Gira agora sem parar

Ao redor da estrelinha

Que pra sempre irá brilhar.

Pois já sabe ele que mesmo em meio à chuva de meteoros ou na escuridão mais profunda, resplandecerá a luz e se espalhará o calor da estrela que o motiva a girar, girar, girar…

2 Respostas a “Incessante giro”

  1. Ron Diz:

    Adorei o poeminha tio.

    Bem escrito, e bem cantiga de roda mesmo :P


  2. Obrigado, meu sobrinho. [;)]


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