Deixe-me e o retorno

Agosto 6, 2008

Olá, ghost readers (creio que agora mais do que nunca)! Posso dizer que as férias de julho me foram mais “férias” do que eu previa. Passei meio longe até das “tarefas” relacionadas à internet – blog, e-mails, recados no Orkut, etc, etc, tudo ficou “de lado”. Mas acho que precisava disso, desse “tempo”, que serviu quase como um real (dessa vez) período de hibernação, em todos os sentidos – até mesmo o “criativo”. Um abraço a todos, e um ótimo fim de semana – adiantado.

Deixe-me

Deixe-me. Deixe-me ser quem eu sou. Deixe-me sofrer, porque o sofrimento despedaça, mas depois dele virá o reparo eterno. Deixe-me chorar, porque as lágrimas queimam os olhos, mas purificam. Deixe-me ficar triste, porque a tristeza traz amargura, mas me torna humano. Deixe-me sentir dor, porque corta a alma e os ossos, mas arranca tudo o que não presta. Deixe-me esconder nas sombras, porque nelas tudo desvanece, mas revelam coisas que se tornarão realidade. Deixe-me viver aqui, porque sei que será sempre assim, e isso durará até o dia em que as sombras que me envolvem se dissiparem para sempre; depois disso, aí sim, proíba-me todas essas coisas. Definitivamente.

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