Hallo, ghost readers! Mais uma breve (mais breve que anteriormente) ausência, mas finalmente retorno a essa bagunça (ou blog, como queiram).

Hoje posto mais um conto, na verdade outra short short story (mas nem por isso menos short story), tratando de um tema polêmico. Aliás, que me perdoem os veneradores do sagrado macaco, sejam do etéreo ancestral (comum) ou do contemporâneo chimpanzé que dança, pula e faz peraltices no circo. Vale lembrar que, apesar do que possa parecer a princípio, o texto abaixo não tem qualquer referência pejorativa a “nossos” “parentes”. Uma boa semana a todos, símios ou não!

Darwin e seu espelho

Darwin e seu espelho

A origem da Origem das espécies

Certo dia, Darwin olhou-se no espelho, e ao constatar suas feições simiescas, esperto que era, resolveu propor a idéia de que todo ser humano tem ancestrais símios. Assim, ninguém mais poderia acusá-lo de ser o fruto do casamento de um gorila com uma orangotanga.

Deixe-me e o retorno

Agosto 6, 2008

Olá, ghost readers (creio que agora mais do que nunca)! Posso dizer que as férias de julho me foram mais “férias” do que eu previa. Passei meio longe até das “tarefas” relacionadas à internet – blog, e-mails, recados no Orkut, etc, etc, tudo ficou “de lado”. Mas acho que precisava disso, desse “tempo”, que serviu quase como um real (dessa vez) período de hibernação, em todos os sentidos – até mesmo o “criativo”. Um abraço a todos, e um ótimo fim de semana – adiantado.

Deixe-me

Deixe-me. Deixe-me ser quem eu sou. Deixe-me sofrer, porque o sofrimento despedaça, mas depois dele virá o reparo eterno. Deixe-me chorar, porque as lágrimas queimam os olhos, mas purificam. Deixe-me ficar triste, porque a tristeza traz amargura, mas me torna humano. Deixe-me sentir dor, porque corta a alma e os ossos, mas arranca tudo o que não presta. Deixe-me esconder nas sombras, porque nelas tudo desvanece, mas revelam coisas que se tornarão realidade. Deixe-me viver aqui, porque sei que será sempre assim, e isso durará até o dia em que as sombras que me envolvem se dissiparem para sempre; depois disso, aí sim, proíba-me todas essas coisas. Definitivamente.