Um anjinho em meus braços
Abril 18, 2008
Olá! Estamos às vésperas de Pessach (a Páscoa judaica), e é sempre um momento para reflexão. Não, não vou postar uma reflexão aqui – costumo fugir dos temas esperados. Na verdade, procuro abordá-los de uma maneira diferente. E embora eu fuja dos temas esperados e às vezes mais “comentados”, às vezes brota naturalmente algo sobre eles. Do nada, na noite de ontem, refletindo sobre fatos recentemente ocorridos, brotou um poema, embalado por uma melodia triste, mas ao mesmo tempo inspiradora e portadora de esperança. Pessach. A liberdade. O anjinho. Chag Sameach.
Um anjinho em meus braços
Venha, meu anjinho
Eu a amparo
Protejo
Tomo em meus braços
Não deixo que caia
E abraço
Meu anjinho
Que não tem asas
Para voar
Venha, meu anjinho
Eu a seguro
Não tocará o chão
Mas voará comigo
Para um lugar seguro
Ouvirei o som
Das suas gargalhadas
Meu anjinho
Porque para sempre e sempre
Será feliz
Como sempre foi
As lágrimas que hoje
Molham o rosto
Num lamento triste
Se tornarão
Em lágrimas de riso
Meu anjinho…
Ah, meu anjinho…
Se ao menos
Eu estivesse lá…
Abril 22, 2008 às 6:52 pm
Kobiiiiiiiiiiiii
estou com saudades suas!!!
bonito conto, e eu espero que não tenha a ver com a Isabela.
abração,
Ron.
Abril 27, 2008 às 3:57 am
Oi Jacob o//
Por que vc não comenta no meu blog, menino?? Quem vc pesa que é??? Só por que vc é melhor do que eu (quem não é) se acha no direito de não ler meu blog, hein?? HEIN???