Olá! Estamos às vésperas de Pessach (a Páscoa judaica), e é sempre um momento para reflexão. Não, não vou postar uma reflexão aqui – costumo fugir dos temas esperados. Na verdade, procuro abordá-los de uma maneira diferente. E embora eu fuja dos temas esperados e às vezes mais “comentados”, às vezes brota naturalmente algo sobre eles. Do nada, na noite de ontem, refletindo sobre fatos recentemente ocorridos, brotou um poema, embalado por uma melodia triste, mas ao mesmo tempo inspiradora e portadora de esperança. Pessach. A liberdade. O anjinho. Chag Sameach.

Um anjinho em meus braços

Venha, meu anjinho

Eu a amparo

Protejo

Tomo em meus braços

Não deixo que caia

E abraço

Meu anjinho

Que não tem asas

Para voar

Venha, meu anjinho

Eu a seguro

Não tocará o chão

Mas voará comigo

Para um lugar seguro

Ouvirei o  som

Das suas gargalhadas

Meu anjinho

Porque para sempre e sempre

Será feliz

Como sempre foi

As lágrimas que hoje

Molham o rosto

Num lamento triste

Se tornarão

Em lágrimas de riso

Meu anjinho…

Ah, meu anjinho…

Se ao menos

Eu estivesse lá…

2 Respostas a “Um anjinho em meus braços”

  1. ron Diz:

    Kobiiiiiiiiiiiii

    estou com saudades suas!!!

    bonito conto, e eu espero que não tenha a ver com a Isabela.

    abração,
    Ron.

  2. Josué Diz:

    Oi Jacob o//
    Por que vc não comenta no meu blog, menino?? Quem vc pesa que é??? Só por que vc é melhor do que eu (quem não é) se acha no direito de não ler meu blog, hein?? HEIN???


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